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terça-feira, 25 de abril de 2017

Início da liberdade Cristã no Império Romano

Etapas Históricas:

Século I-II: Pais apostólicos: 12 apostolos + Paulo + Marcos

Século II-IV: Padres apologéticos: Tertuliano

Século IV-VIII: Patrísticas: Agostinho - ALTA IDADE MÉDIA - Pensamentos: Predestinação pela graça. 

Século VIII-XV: Escolástica: Thomás de Aquino - BAIXA IDADE MÉDIA - Pensamento: livre-arbítrio pelo esforço. 

Édito de Milão ou Mediolano (313), também referenciado como Édito da Tolerância, declarava que o Império Romano seria neutro em relação ao credo religioso, acabando oficialmente com toda perseguição sancionada oficialmente, especialmente do cristianismo. O édito foi emitido pelo tetrarca ocidental Constantino, o grande, e por Licínio, o tetrarca Oriental.

A aplicação do Édito fez devolver os lugares de culto e as propriedades que tinham sido confiscadas aos cristãos e vendidas em hasta pública: "... o mesmo será devolvido aos cristãos sem pagamento de qualquer indenização e sem qualquer fraude ou decepção..."

Deu ao cristianismo, e a todas as outras religiões, o estatuto de legitimidade, comparável com o paganismo e com efeito desestabeleceu o paganismo como a religião oficial do império romano e dos seus exércitos.

Na tentativa de consolidar a totalidade do Império Romano sob o seu domínio, Licínio em breve marchou contra Constantino. Como parte do seu esforço de ganhar a lealdade do seu exército, Licínio dispensou o exército e o serviço civil da política de tolerância do Édito de Milão, permitindo-lhes a expulsão dos cristãos. Alguns cristãos perderam consequentemente propriedades e alguns a vida.

No final, por volta de 324, Constantino ganhou o domínio de todo o Império e ordenou a execução de Licínio, por traição.

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